
A dúvida agora é: preservar nossos biomas como a Floresta Amazônica, Pantanal, Serra do Mar, Caatinga e Cerrado, ou liberar mais terras para produção de alimentos, criação de gado e produção de biocombustíveis?
Pelo Senado brasileiro corre em aprovação incluir o Cerrado e a Caatinga como patrimônio ecológico do Brasil, assim como a Amazônia. Isto implica em leis mais severas contra desmatamento, o que em tese não significa uma fiscalização mais intensa contra estes crimes ambientais, já que o desmatamento também é proibido na Floresta Amazônica, e acontece mesmo assim.
A pergunta que muitos já fazem é: devido a crise financeira e a queda nas exportações, será que o governo brasileiro vai mesmo abrir mão de produzir mais em troca de proteger o meio-ambiente e todo aquele papo de aquecimento global?
Itália, Alemanha e Polônia dão sinais de não concordar sobre o acordo europeu para redução da emissão de dióxido de carbono em 20% até 2020, já que isso causaria grande impacto na economia destes países, e, devido a crise, esta hipótese seria inconcebível.
E o Brasil? Continua inabalado pela recessão mundial e mantém suas metas, ou será que vamos abrir mão do Chapada dos Guimarães em troca de algumas cabeças de boi para a Europa?