Prontofalei

August 10, 2009

Fullcircle no EBP2009 – Encontro de Blogueiros Publicitários

Quando uma empresa, agência, ou profissional recebe informações privilegiadas sobre um determinado assunto, poderíamos considerar talvez uma atitude incorreta, onde através de fontes ou canais não confiáveis fossem os propagadores de tais informações valiosas, sejam estas informações para aumentar as vendas frente a concorência, ou para ganhar uma concorrência, ou uma promoção de cargo.

Mas participar de eventos como o Encontro de Blogueiros Publicitários (EBP) pelo segundo ano, é uma forma de obter informações privilegiadas, de fontes confiáveis e que podem fazer sim uma empresa vender mais seus produtos, ou uma agência ganhar uma conta da concorrente, ou ainda, auemntar as qualificações profissionais no currículo de qualquer publicitário, marketeiro ou estudante.

EBP 2009 - Fonte: Comunicadores

Foi um dia inteiro de palestras com criativos de agência, web evangelistas, designers, empresários, estudantes e claro, muitos blogueiros, responsáveis pelos blogs mais populares da Internet brasileira, como Brainstorm9, Adivertido, Comunicadores, Blog do Tas e vários outros que com certeza você já leu ao menos uma vez na vida.

A Fullcircle esteve lá presente com o PRONTOFALEI, eu (@idman) e (@drikosa). Conversamos com muitos profissionais, conhecemos outros muito interessantes, revemos alguns amigos e aprendemos muito.

Saímos de lá esgotados de receber tanta informação bacana, e com a sensação de que os 200 privilegiados que participaram deste encontro anual, são talvez os 200 profissionais mais preparados para trabalhar com blogs, sejam pessoais ou corporativos.

Nada melhor que unir a expertise e a criatividade de publicitários, com o dinamismo e a eficiência dos blogs. Aliás, empresas como HP, Yahoo!, Olimpkus, Nokia, Locaweb e várias outras sabem da importância de um evento como este, e atrelaram suas marcas patrocinando várias ações interessantes.

EBP2009 - Foto por: Drimio

O sábado na FAAP acabou com um NOB (Nerds on Beer), tipo de confraternização já tradicional criada pela internéticos-blogueiros-twitteiros-brasileiros, no bar El Malak, patrocinado pela Skol.

Parabéns ao Gabriel Jacob, Guilherme Cury, Bruno Delfino e Fábio Alves pela organização. Até 2010.

July 28, 2009

Xixi no Banho

A segunda parte da espetacular campanha da SOS Mata Atlântica está de volta.

O novo vídeo Xixi no Banho, convida a todos para participar. Uma descarga que você economiza, o meio ambiente agradece.

A SOS Mata Atlântica realizou em 2009 um grande evento de conscientização no Parque do Ibirapuera, São Paulo. Uma das atrações foi um brinquedo gigante em forma de caravela de madeira que ficou exposto no parque para que adultos e crianças pudessem brincar. A caravela foi produzida inteira com materiais reutilizados, do piso às velas, e criada pelo designer Lao Napolitano, sócio de uma empresa de engenharia sustentável.

O designer ainda promove um pensamento coletivo chamado de Pense Verde, onde pessoas são convidadas a mudar pequenas atitudes – como fazer xixi no banho – para termos uma vida mais responsável com o meio em que vivemos.

PENSE VERDE from Danilo Idman on Vimeo.

A dica do vídeo Xixi no Banho é do Comunicadores.

July 13, 2009

Cauda Longa de brinquedos

Um dos clientes mais atuantes da Fullcircle, a LAO ENGENHARIA SUSTENTÁVEL, vende principalmente brinquedos e playground feitos de madeira e materiais reutilizados.

Lendo um artigo no iMaster, divulgados pelo @FSBPRDigital, há um exemplo interessante de como interpretar a busca por palavras chaves no Google, especificamente sobre o tema brinquedos.

O artigo faz citação ao célebre livro Cauda Longa, de Chris Anderson, editor chefe da revista Wired, uma das mais importantes publicações sobre Internet no mundo. Neste livro, Chris Anderson explica como a sociedade passaria do consumo de massa para o consumo de nichos, ou o marketing one-to-one, ou ainda, o marketing segmentado, graças a Internet.

Um trecho interessante do artigo diz:

A Cauda Longa representa a força dos nichos de mercado, que são públicos altamente segmentados em busca de produtos ou serviços muito específicos. Antes da internet, as pessoas já possuíam desejos específicos, mas se contentavam com o que o mercado oferecia. Como a célebre frase de Henry Ford quando, em 1915, o Ford T passou a ser produzido apenas na cor preta devido a corte de custos: “O carro é disponível em qualquer cor, contanto que seja preto.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

July 11, 2009

O efeito Michael Jackson

A morte de Michael Jackson mostrou outro fato curioso sobre as mudanças que a Internet casou em nosso cotidiano.

Nos dias atuais é impossível bater o recorde de vendas que o álbum Thriller obteve.

Primeiro porque as pessoas já não compram tanta música quanto naquela época (hoje fazemos downloads, muitos deles não contabilizam vendas a.k.a. pirata, baixar música, etc), e segundo porque existem tantos artistas sendo lançados de uma hora pra outra na Internet e nas rádios, que não há mais espaço para grandes fenômenos, reis e rainhas de alguma coisa.

Eu diria que Amy Winehouse foi a última a ganhar uma notoriedade acima da média, e é provável que até a população dos lugares mais remotos da Tanzânia já tenham ouvido falar dela. Para mim, quando isso acontece, a pessoa torna-se um mito.

E o que é um mito? Alguém muito conhecido, ou alguém que fez história?

A morte de Michael Jackson fez com que o mundo voltasse a ouvir suas músicas, revivesse sua carreira e lembrasse que ele ainda existia. Aposto que existem mais pessoas no mundo que já ouviram falar de Michael Jackson do que Albert Einstein.

Pense naquele senhor de idade que vive numa cidade isolada no sertão nordestino. Ele com certeza nunca ouviu falar de Einstein, mas deve até saber imitar o Michael. Isso é um mito. E mitos são pop, que vem de popular.

O que faz um mito, é a sua popularidade, e não só o conjunto de sua obra.

Com a Internet, quem ainda nunca tinha ouvido Michael Jackson, pôde ouvir. E a sua popularidade cresceu. Michael não morreu, viralizou-se.

July 1, 2009

Perfil dos consumidores das redes sociais

Recentemente a E-life divulgou uma pesquisa sobre o perfil dos usuários de redes sociais no Brasil.

O Twitter, que no ano passado era a 6ª rede social mais acessada pelos brasileiros, tornou-se o segundo colocado, com 23% do mercado. O Orkut continua em primeiro no quesito MGC (Mídia Gerada pelo Consumidor – ou seja, onde os próprios consumidores falam de uma marca ou empresa) com45,9% do mercado.

Certa vez fui questionado por um cliente sobre o perfil das pessoas que acessam este tipo de rede social, e a pesquisa da E-life, realizada entre Janeiro e Abril, demonstra que a maioria são jovens entre 19 e 25 anos, seguidos pela faixa etária de 26 a 30 anos. Já os dados demográficos de acesso mostram que a região Sudeste detem 64,8% dos acessos, seguida pela região Sul com 15,6%.

O CEO da E-life, Alessandro Barbosa faz uma observação importante, e que responde às dúvidas de quem ainda tem medo em investir sua verba de comunicação nas redes sociais:

Isso nos permite prever que o hábito de leitura e utilização das mídias sociais para decisão de compra de produtos e serviços irá se consolidar nos próximos anos, juntamente com o envelhecimento da população jovem, pioneira no uso das redes sociais.

O que muitas empresas estão percebendo, é que hoje existe uma nova forma de vender seus anúncios na Internet, através de um relacionamento mais próximo com seus consumidores através das redes sociais. Ao passo que esta população, ainda jovem, começar a envelhecer, tornar-se-á cada vez mais ativa e mais consumidora de serviços e produtos na Internet, inclusive dentro das próprias redes sociais.

June 16, 2009

Como escolher a melhor rede social para seu cliente

Em um belo dia seu cliente se toca que precisa estar nas redes sociais. Até aí nada demais, pois a maioria dos clientes já percebeu isso e já estão se movimentando.

Mas você, que trabalha em agência, que trabalha com Internet, sabe defender perante o seu cliente, qual a melhor rede social para ele marcar sua presença na web? Digo isto porque, falar para o cliente criar um perfil no Twitter, no Facebook e no Orkut é super fácil, mas como argumentar que estes perfis (e toda manutenção de conteúdo que eles envolvem) vão trazer resultados reais, por exemplo, em vendas para o cliente?

Recentemente criamos para um cliente vários perfis em redes sociais. Mas a escolha de cada uma seguiu fatores bem distintos, alinhados com a necessidade principal do cliente passada no briefing, que era aumentar seu posicionamento na busca orgânica do Google.

Desta forma, escolhemos para este cliente, preferencialmente, redes sociais que tivessem seu conteúdo indexado pelo Google. Por exemplo, optamos pelo Ning ao invés de soluções em PHP Open Source (PHP Bulletin Board) pela melhor indexação no Google, mesmo que o Ning tenha menos funcionalidades que o Multiply e o Sonico. Porém, o Ning oferecia uma interface mais agradável e mais simples, o que facilitaria a adesão do público que não é heavy-user de Internet.

Optamos pelo Flickr ao invés de sites como Fotolog e até mesmo Orkut, pois a cada foto postada, poderíamos inserir diversas palavras-chaves, gerando mais conteúdo para otimizar a busca orgânica de nosso cliente.

Muita gente já sabe disso, mas tem muita gente que ainda não sabe, e sai por aí criando perfil em tudo, e que depois ficam abandonados, criando uma imagem contrária ao invés de marcar presença na web. Por isso, antes de criar um perfil para um cliente, analise qual das redes sociais será mais viável para os objetivos deste cliente, analise também a viabilidade em atualizar as informações desta rede, e sempre, julgue se é mais viável um perfil empresarial ou individual. Vale lembrar que as redes sociais são primeiramente lugares para o convívio e relacionamento de pessoas. A adesão de empresas pode, às vezes, não ser vista com bons olhos pelos demais usuários.

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