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	<title>Prontofalei &#187; atendimento</title>
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	<description>Falando do seu negócio</description>
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		<title>Questão de bom atendimento</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Idman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu fiquei mais de uma hora no telefone, e depois de 7 números diferentes discados, consegui falar no departamento que eu queria na Unimed Paulistana.
Sabe, quando eu trabalhava na Tivit, por exemplo, algumas vezes caiam ligações no meu ramal mas que não eram pra mim. Eu, e a maioria dos que lá trabalhavam, paravamos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fiquei mais de uma hora no telefone, e depois de 7 números diferentes discados, consegui falar no departamento que eu queria na <strong>Unimed Paulistana</strong>.</p>
<p>Sabe, quando eu trabalhava na <strong>Tivit</strong>, por exemplo, algumas vezes caiam ligações no meu ramal mas que não eram pra mim. Eu, e a maioria dos que lá trabalhavam, paravamos de fazer qualquer coisas pra tentar ajudar o cidadão na linha a falar com quem ele queria.</p>
<p>São pequenas coisas, mas que na percepção de uma marca, fazem toda diferença.</p>
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		<title>O medo na contramão do bom atendimento</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 16:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Idman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Meu amigo Paulo Nobre fez este texto e achei bem interessante para postá-lo aqui no Prontofalei.

Talvez a maior fama do sistema GSM de telefonia móvel seja a dificuldade de clonagem da linha telefônica. No começo do GSM no Brasil, as operadoras que adotaram esse sistema usaram esse argumento para ganhar logo de cara os usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo Paulo Nobre fez este texto e achei bem interessante para postá-lo aqui no Prontofalei.</p>
<p><em><br />
Talvez a maior fama do sistema GSM de telefonia móvel seja a dificuldade de clonagem da linha telefônica. No começo do GSM no Brasil, as operadoras que adotaram esse sistema usaram esse argumento para ganhar logo de cara os usuários cheios de dores de cabeça com esse problema da clonagem que era cada vez mais comum. Pois bem, os anos se passaram e, como se sabe, nenhuma tecnologia é 100% à prova de falhas para sempre.</em></p>
<p><em><br />
Aqui começa a minha história: no final do ano passado fui de Sampa ao Rio e quando voltei a conta acusava ligações feitas e recebidas que de fato não eram minhas. Entendo por clonagem a utilização de uma linha telefônica por terceiros que não têm posse do aparelho ou chip com o registro da linha. Pois bem, ligando para o atendimento da TIM percebi uma certa regra entre os atendentes em dizer que não podem registrar a reclamação pois o sistema não permite clonagem.</em></p>
<p><em><br />
E desde quando atendente é técnico em tecnologia para poder garantir que o sistema agora não está falhando? A queixa deveria ter sido registrada para análise. Além disso, notei que eles têm medo de assumir a clonagem para não prejudicar a imagem da empresa e poderem dizer que o sistema GSM da TIM é falho perante o das outras operadoras. E nisso, eu, cliente, fico com o prejuízo e sem poder reutilizar meu número de celular pois eles não tomam a atitude de consertar o erro. Ou seja, o bem da empresa acima do bem do cliente. Até o dia que a empresa ficar sem cliente! </em></p>
<p><em>E que venha a portabilidade para São Paulo em 2 de março.</em></p>
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		<title>É feriado! Vamos trabalhar Brasil!</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 06:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Idman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado e Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Passei meu ano novo com meus pais na cidade de Praia Grande, Baixada Santista, litoral sul de São Paulo.
A última vez que fui para lá era Agosto. A cidade estava calma, deserta, com poucas pessoas na areia mesmo com um solzinho agradável de inverno. A orla parecia linda, com todos os jardins desenhando a imensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passei meu ano novo com meus pais na cidade de Praia Grande, Baixada Santista, litoral sul de São Paulo.<br />
A última vez que fui para lá era Agosto. A cidade estava calma, deserta, com poucas pessoas na areia mesmo com um solzinho agradável de inverno. A orla parecia linda, com todos os jardins desenhando a imensa faixa de areia, e eu vendo tudo de uma gigantesca varanda no 12° andar de frente para o mar. Praia Grande em Agosto parecia uma cidade fantasma, com suas casas de veraneio apagadas, quiosques vazios e comércio fechado. Era difícil achar um lugar aberto a meia-noite, e até os postos de combustível estavam fechados.<br />
Mas nos feriados a cidade se transforma. Milhões de pessoas invadem as casas de veraneio. Os surpermercados superlotam, filas enormes surgem para comprar um simples pãozinho. Nas farmácias faltam aspirinas, os caixas eletrônicos não têm dinheiro suficiente, e uma cerveja é vendida quente por R$ 4,00, já que com o calor não há geladeira que aguente a demanda.<br />
Para piorar o caos, muitos comerciantes resolvem fechar suas portas em um horário quase que comercial, alegando que precisam descansar. Descansar? E o que eles fazem nos dias do ano em que não é feriado?<br />
A população de Praia Grande chega a ser 10 vezes maior durante o feriado de ano novo, e a cidade fica repleta de turistas que, mesmo sendo de baixa renda, estão dispostos a gastar dinheiro em uma viagem ao litoral. Durante a maior parte do ano, o comércio da cidade é nulo, e vive só de vendas para moradores locais, que muitas vezes fazem suas compras em cidades maiores. Como os comerciantes ousam então fechar suas portas para descansar se esta é a maior oportunidade de ganhar um bom dinheiro extra para render pelo resto do ano?<br />
A prefeitura da cidade poderia, por exemplo, incentivar o comércio a permanecer aberto até mais tarde nos feriados, oferecendo segurança tanto para o estabelecimento quanto para os turistas, e também criar soluções para que o abastecimento de produtos da cidade não seja prejudicado. Estas ações trariam mais receita ao município e os turistas sentir-se-iam mais bem recebidos.<br />
Turista gastando é cidade lucrando, e ninguém gasta mais que um turista de férias. Nem mesmo mulher com o cartão de crédito do marido.<br />
Fica dado o recado Sr. Prefeito de Praia Grande: O pior pobre é aquele que quer ser pobre pra sempre.</p>
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		<title>O velho problema da TV a cabo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 19:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Idman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado e Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[tv a cabo]]></category>
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		<description><![CDATA[Cheguei de viagem hoje. Meu reveillon não foi do jeito que eu esperava, mas 2009 será um ano bom mesmo assim. Espero.
Feliz por estar em São Paulo, ao chegar em casa, fui ligar a TV, e para minha surpresa percebo que o receptor da TV a cabo havia queimado.
Liguei para a central de atendimento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei de viagem hoje. Meu reveillon não foi do jeito que eu esperava, mas 2009 será um ano bom mesmo assim. Espero.</p>
<p>Feliz por estar em São Paulo, ao chegar em casa, fui ligar a TV, e para minha surpresa percebo que o receptor da TV a cabo havia queimado.</p>
<p>Liguei para a central de atendimento e recomendaram que eu fosse até a sede da operadora para consertá-lo.</p>
<p>Chegando lá fui informado que o preço para comprar um receptor novo era de R$ 170,00. Achei abusivo e ameacei mudar de operadora, afinal, cada novo assinante ganha um receptor gratuitamente, e de modelos ainda mais novos que o meu, cliente há mais de 3 anos.</p>
<p>Fico impressionado como muitas empresas ainda não entendem que é mais barato manter um cliente do que conquistar um novo?</p>
<p>FIDELIZAÇÃO.</p>
<p>Esta palavra ainda não é aplicada pelas empresas, que ficam por aí gastando rios de dinheiro em Marketing de Relacionamento, achando que fazem alguma coisa para manter sua carteira de clientes. O relacionamento com os clientes vai além de oferecer um clube de vantagens, ou descontos em lojas que você nunca vai comprar.</p>
<p>O Marketing de Relacionamento deve analisar como o cliente se comporta com a empresa. Ele paga em dia? É cliente há quanto tempo? Adquiriu novos produtos? É fiel à marca?</p>
<p>O bom cliente merece muito mais benefícios do que o novo cliente. Se você tem um cliente por um bom tempo, é porque ele gosta da sua marca ou produto, e isto é uma das mais poderosas ferramentas de vendas.</p>
<p>Então porque as empresas oferecem descontos e vantagens só para novos clientes, ao invés de estender automaticamente tais benefícios a toda sua carteira?</p>
<p>Talvez seja o velho problema de achar que quantidade é ainda melhor que qualidade. A dúvida é se entro em 2009 R$ 170,00 mais pobre ou troco de TV por assinatura.</p>
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