Prontofalei

September 23, 2009

Questão de bom atendimento

Filed under: Negócios — Tags: , , — Danilo Idman @ 7:39 pm

Eu fiquei mais de uma hora no telefone, e depois de 7 números diferentes discados, consegui falar no departamento que eu queria na Unimed Paulistana.

Sabe, quando eu trabalhava na Tivit, por exemplo, algumas vezes caiam ligações no meu ramal mas que não eram pra mim. Eu, e a maioria dos que lá trabalhavam, paravamos de fazer qualquer coisas pra tentar ajudar o cidadão na linha a falar com quem ele queria.

São pequenas coisas, mas que na percepção de uma marca, fazem toda diferença.

July 13, 2009

Cauda Longa de brinquedos

Um dos clientes mais atuantes da Fullcircle, a LAO ENGENHARIA SUSTENTÁVEL, vende principalmente brinquedos e playground feitos de madeira e materiais reutilizados.

Lendo um artigo no iMaster, divulgados pelo @FSBPRDigital, há um exemplo interessante de como interpretar a busca por palavras chaves no Google, especificamente sobre o tema brinquedos.

O artigo faz citação ao célebre livro Cauda Longa, de Chris Anderson, editor chefe da revista Wired, uma das mais importantes publicações sobre Internet no mundo. Neste livro, Chris Anderson explica como a sociedade passaria do consumo de massa para o consumo de nichos, ou o marketing one-to-one, ou ainda, o marketing segmentado, graças a Internet.

Um trecho interessante do artigo diz:

A Cauda Longa representa a força dos nichos de mercado, que são públicos altamente segmentados em busca de produtos ou serviços muito específicos. Antes da internet, as pessoas já possuíam desejos específicos, mas se contentavam com o que o mercado oferecia. Como a célebre frase de Henry Ford quando, em 1915, o Ford T passou a ser produzido apenas na cor preta devido a corte de custos: “O carro é disponível em qualquer cor, contanto que seja preto.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

July 1, 2009

Perfil dos consumidores das redes sociais

Recentemente a E-life divulgou uma pesquisa sobre o perfil dos usuários de redes sociais no Brasil.

O Twitter, que no ano passado era a 6ª rede social mais acessada pelos brasileiros, tornou-se o segundo colocado, com 23% do mercado. O Orkut continua em primeiro no quesito MGC (Mídia Gerada pelo Consumidor – ou seja, onde os próprios consumidores falam de uma marca ou empresa) com45,9% do mercado.

Certa vez fui questionado por um cliente sobre o perfil das pessoas que acessam este tipo de rede social, e a pesquisa da E-life, realizada entre Janeiro e Abril, demonstra que a maioria são jovens entre 19 e 25 anos, seguidos pela faixa etária de 26 a 30 anos. Já os dados demográficos de acesso mostram que a região Sudeste detem 64,8% dos acessos, seguida pela região Sul com 15,6%.

O CEO da E-life, Alessandro Barbosa faz uma observação importante, e que responde às dúvidas de quem ainda tem medo em investir sua verba de comunicação nas redes sociais:

Isso nos permite prever que o hábito de leitura e utilização das mídias sociais para decisão de compra de produtos e serviços irá se consolidar nos próximos anos, juntamente com o envelhecimento da população jovem, pioneira no uso das redes sociais.

O que muitas empresas estão percebendo, é que hoje existe uma nova forma de vender seus anúncios na Internet, através de um relacionamento mais próximo com seus consumidores através das redes sociais. Ao passo que esta população, ainda jovem, começar a envelhecer, tornar-se-á cada vez mais ativa e mais consumidora de serviços e produtos na Internet, inclusive dentro das próprias redes sociais.

May 28, 2009

Há Vagas!

Filed under: Inovação, Internet, Negócios, Tendência — Tags: — Adriana Tomiyoshi @ 12:24 pm

Uma coisa que tenho notado e que tem me chamado muito a atenção é o “mushrooming” de vagas para novas áreas em agências de publicidade, digitais e até grandes corporações.

São áreas específicas voltadas totalmente para mídias sociais. Agora que as pessoas e empresas entendem que é importante desenvolver um relacionamento virtual baseado em pessoas, novas pessoas são contratadas justamente para fazer essa parte de gereciamento de comunidades e grupos.

Engraçado, né?!

Há um tempo atrás, as empresas bloqueavam o uso do orkut e comunicadores instantâneos, tudo era meticulosamente “controlado”, até que surgiu o poder da mídia social e hoje, as empresas pagam algumas pessoas a navegar nesses sites durante o dia todo!

Parece o emprego dos seus sonhos? Então CORRE!

Antes, ninguém dava valor para os blogueiros que não tinham mais nada pra fazer do que ficar escrevendo gastavam horas pesquisando sobre um assunto, hoje as empresas fazem de tudo para que eles escrevam sobre seu produto.

Estamos em uma era em que democracia de informação também diz respeito à experiência de vida virtual, ninguém tem diploma de blogueiro, ou certificado de twitteiro. O que vale, mesmo, é o que você é aí na rede!

Post original em pirlimpimposa*

May 22, 2009

Porque eu acho que os e-commerces não funcionam

Filed under: Internet, Negócios, Tendência — Tags: , , , , , , — Danilo Idman @ 9:15 pm

Por causa da entrega.

Quando você compra algo, você quer receber aquilo imediatamente.

Paguei, recebi. É uma troca.

Na Internet, se você compra alguma coisa, tem que esperar dias, ou até semanas pra receber em casa. E se você comprar no final de semana? Ixi, ainda tem que esperar os “dias úteis”.

Isso obriga que a maioria das nossas compras na Internet sejam planejadas anteriormente, já que eu vou gastar com algo agora, e que só vou usar depois. E na minha opinião, se a gente planeja uma compra, gasta muito menos do que comprando por impulso, só pra ter algo em mãos, naquele exato momento.

Quer vender mais na Internet? Então invista em um sistema de entrega ágil. Saiba que algumas redes de drograrias entregam remédios em qualquer lugar de São Paulo em até 4 horas.

#pensenisso

A difícil tarefa de administrar uma verba

Filed under: Negócios, Propaganda — Tags: , , , , , — Danilo Idman @ 12:47 pm

Como tornar um projeto ou ação viável em termos de custo?

Trabalhar com uma verba pequena sempre é desafiador, mas não considero isso um problema. A solução é sempre tentar pensar fora da “caixa”, questionar o que normalmente as pessoas não fariam e tornar a idéia viável. (isso eu aprendi num livro do Stalimir que você lê em pdf aqui)

Ter pouco dinheiro pra fazer alguma coisa não é raro, ainda mais em tempos de crise. O jeito é levantar milhares de orçamentos, negociar, trabalhar com quantidades variáveis (tudo em grande quantidade sai mais barato) e quebrar muito a cabeça para usar a criatividade a seu favor.

Não coloque a verba pequena como um empecilho, mas sim como um desafio para fazer algo diferente, criativo, que dê resultados para o cliente, e que gaste pouco.

Todo projeto ou ação que custa pouca, de cara, já dá mais resultado.

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