Prontofalei

July 13, 2009

Cauda Longa de brinquedos

Um dos clientes mais atuantes da Fullcircle, a LAO ENGENHARIA SUSTENTÁVEL, vende principalmente brinquedos e playground feitos de madeira e materiais reutilizados.

Lendo um artigo no iMaster, divulgados pelo @FSBPRDigital, há um exemplo interessante de como interpretar a busca por palavras chaves no Google, especificamente sobre o tema brinquedos.

O artigo faz citação ao célebre livro Cauda Longa, de Chris Anderson, editor chefe da revista Wired, uma das mais importantes publicações sobre Internet no mundo. Neste livro, Chris Anderson explica como a sociedade passaria do consumo de massa para o consumo de nichos, ou o marketing one-to-one, ou ainda, o marketing segmentado, graças a Internet.

Um trecho interessante do artigo diz:

A Cauda Longa representa a força dos nichos de mercado, que são públicos altamente segmentados em busca de produtos ou serviços muito específicos. Antes da internet, as pessoas já possuíam desejos específicos, mas se contentavam com o que o mercado oferecia. Como a célebre frase de Henry Ford quando, em 1915, o Ford T passou a ser produzido apenas na cor preta devido a corte de custos: “O carro é disponível em qualquer cor, contanto que seja preto.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

July 11, 2009

O efeito Michael Jackson

A morte de Michael Jackson mostrou outro fato curioso sobre as mudanças que a Internet casou em nosso cotidiano.

Nos dias atuais é impossível bater o recorde de vendas que o álbum Thriller obteve.

Primeiro porque as pessoas já não compram tanta música quanto naquela época (hoje fazemos downloads, muitos deles não contabilizam vendas a.k.a. pirata, baixar música, etc), e segundo porque existem tantos artistas sendo lançados de uma hora pra outra na Internet e nas rádios, que não há mais espaço para grandes fenômenos, reis e rainhas de alguma coisa.

Eu diria que Amy Winehouse foi a última a ganhar uma notoriedade acima da média, e é provável que até a população dos lugares mais remotos da Tanzânia já tenham ouvido falar dela. Para mim, quando isso acontece, a pessoa torna-se um mito.

E o que é um mito? Alguém muito conhecido, ou alguém que fez história?

A morte de Michael Jackson fez com que o mundo voltasse a ouvir suas músicas, revivesse sua carreira e lembrasse que ele ainda existia. Aposto que existem mais pessoas no mundo que já ouviram falar de Michael Jackson do que Albert Einstein.

Pense naquele senhor de idade que vive numa cidade isolada no sertão nordestino. Ele com certeza nunca ouviu falar de Einstein, mas deve até saber imitar o Michael. Isso é um mito. E mitos são pop, que vem de popular.

O que faz um mito, é a sua popularidade, e não só o conjunto de sua obra.

Com a Internet, quem ainda nunca tinha ouvido Michael Jackson, pôde ouvir. E a sua popularidade cresceu. Michael não morreu, viralizou-se.

May 28, 2009

Há Vagas!

Filed under: Inovação, Internet, Negócios, Tendência — Tags: — Adriana Tomiyoshi @ 12:24 pm

Uma coisa que tenho notado e que tem me chamado muito a atenção é o “mushrooming” de vagas para novas áreas em agências de publicidade, digitais e até grandes corporações.

São áreas específicas voltadas totalmente para mídias sociais. Agora que as pessoas e empresas entendem que é importante desenvolver um relacionamento virtual baseado em pessoas, novas pessoas são contratadas justamente para fazer essa parte de gereciamento de comunidades e grupos.

Engraçado, né?!

Há um tempo atrás, as empresas bloqueavam o uso do orkut e comunicadores instantâneos, tudo era meticulosamente “controlado”, até que surgiu o poder da mídia social e hoje, as empresas pagam algumas pessoas a navegar nesses sites durante o dia todo!

Parece o emprego dos seus sonhos? Então CORRE!

Antes, ninguém dava valor para os blogueiros que não tinham mais nada pra fazer do que ficar escrevendo gastavam horas pesquisando sobre um assunto, hoje as empresas fazem de tudo para que eles escrevam sobre seu produto.

Estamos em uma era em que democracia de informação também diz respeito à experiência de vida virtual, ninguém tem diploma de blogueiro, ou certificado de twitteiro. O que vale, mesmo, é o que você é aí na rede!

Post original em pirlimpimposa*

March 31, 2009

Promoção para os pobres fumantes

Filed under: Inovação, Propaganda, Variados — Tags: , , , , , , , , — Danilo Idman @ 12:20 pm

Agora que eu paro mesmo de fumar!

O Governo resolveu aumentar a carga de imposto em cima do cigarro para tentar equilibrar a economia. Com o dinheiro dos impostos tabagistas, o Governo vai ajudar o mercado da Construção Civil, com o seu plano megalomaníaco de construir casas em todo cantinho do território brasileiro.

Mas a indústria do cigarro é criativa, e as agências de propaganda/design/comunicação/merchandising/embalagem também.

A embalagem do cigarro L&M, com público focado na classe C/D (mas que custa R$ 2,60) inovou lançando uma embalagem descartável, mas que pode ser reutilizada. Sim, é isso mesmo.

Muitas marcas lançam caixas de metal promocionais para guardar os cigarros do maço. Porém, em média, cada caixa custa em torno de R$ 5. Isso é possível com clientes premium, que fumam, dentre outras marcas, Free, Lucky Stryke e Marlboro. Mas como dar um brinde pro cliente pobre que mal tem dinheiro pra fumar?

O L&M fez então uma embalagem de papel, bem resistente, semelhante a um maço de cigarro tipo box (caixa) e que permite ser reabastecida quando você comprar mais cigarros. É bem solução de pobre mesmo, mas bem pensada. Foi uma forma inteligência de economizar na produção de brindes – já que o público do L&M não pagaria R$ 5 por um estojo de metal. Além disso, não foi preciso fazer uma promoção, pois a solução encontrada possibilitou a queda no custo e a “caixa-falsa” foi incorporada a embalagem do cigarro, distribuída sem alterar o custo final do produto.

Um dia eu coloco a foto da caixa de L&M pois não encontrei na Internet.

Já que agora eu parei de fumar, não vou cair em tentação e comprar um maço só pra fotografar para vocês… sorry.

March 26, 2009

Porque eu voltei a assistir MTV

A MTV não é mais a mesa… graças a Deus!

A programação para 2009 mudou significativamente o perfil do telespectador da emissora.

Os programas estão mais adultos, a faixa etária subiu e o conteúdo está mais participativo do que nunca. Aliás, se tem uma coisa que a MTV sempre soube fazer foi trazer o público para participar da sua programação.

Era meados dos anos 90 e a MTV já exibia um reality-show chamado The Real Life, muito antes da febre Big Brother e afins surgirem.

O MTV Overdrive leva o público pro site em busca de detalhes sobre bandas, novos clipes, shows. Na contramão, o site é repleto de funcionalidades ligadas à grade de programação na TV, além de blogs, vídeos, fotos e enquetes.

A MTV já era participativa desde a época do finado Disk MTV (lembra?), onde o público ligava e elegia os 10 melhores videoclipes do dia.

A nova programação da MTV traz novidades interessantes e atuais. Depois de uma tentativa frustrada ao tentar se livrar do rótulo de “canal de videoclipes” (entre 2007 e 2008 a emissora criou programas de auditório, jornais e retirou quase todos os programas relacionados a videoclipes), a MTV volta com programas “extra-videoclipes” mas com uma fórmula nova, atual e mais madura.

Na programação de férias durante o verão, o programa Furfles on The Beach reuniu diversos apresentadores da emissora na praia mais grã-fina do Brasil em Jurerê Internacional. O Furo MTV é o novo jornal da emissora, uma versão escrachada mas com notícias relevantes, apresentadas por Vjs espontâneos e comuns, eu diria. Lobão apresenta o Código MTV com shows de bandas e o Debate MTV, discutindo sempre temas bem atuais.

A emissora ainda conta com os já clássicos João Gordo e Marcos Mion, que em 2009 apresenta o Quinta Categoria, aproveitando a onda de sucesso que os show de Stand-Up Comedy tem hoje no Brasil. Mion ainda é bala-na-agulha em seu blog e Twitter new-adopter.

Eu diria que a MTV saiu dos 18 anos e pulou para uma faixa etária de 25+, no mínimo. É considerável, afinal, a mulecada vê mais Internet que TV.

March 19, 2009

Heineken no iPhone

Eu sou fã de Heineken.

Adoro cervejas do tipo Lager, pois você pode bebê-las sem estar estupidamente geladas e o sabor não será insuportável quanto tomar uma Bhrama quente, por exemplo.

E para quem vive antenado, a Fischer América desenvolveu um aplicativo para iPhone que informa em quais bares você encontra Heineken para vender. E mais, se você for dar uma festa regada a Heineken, o aplicativo calcula facilmente quantas cervejas e a quantidade de gelo que você precisa.

iphone heineken

Bem útil, eu diria.

Fonte: Revista Publicuidad

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