Distrito 9 – O filme

15/10/2009
Áreas relacionadas: Variados

Adoro quando coisas legais acontecem por acaso.
Na quarta-feira passada reencontrei o ilustríssimo Mr. Inagaki (@inagaki), no lançamento de um livro na Livraria Cultura, chamado Humor Vermelho, que conta crônicas e histórias muito engraçadas de diversos autores, escritores e blogueiros brasileiros. Entre um papo, @inagaki me chamou pra assistir a uma cabine (exibição de um filme antes do lançamento nos cinemas) do tenso Distrito 9, do diretor sul-africano Neill Blomkamp.
Tenso. Talvez esta seja a melhor palavra para descrever o ritmo de Distrito 9 (District 9 – Sony Pictures), uma ficção diferente e que vai deixar muita gente roendo as unhas.
Tudo parece muito real. A história se passa num futuro não muito distante, aonde uma espaçonave gigante vinda de outro planeta, resolve quebrar e estacionar sobre a cidade de Johannesburgo, na África. Dos males o menor, se a espaçonave não tivesse uma tripulação estranha e sem condições de voltar pra casa.
Presos na Terra a contra gosto, os estranhos visitantes são obrigados a conviver com a população local numa área degradada de Soweto, e como acontece na maioria das favelas, envoltos em gangues de bandidos, crimes e em condições impróprias até para quem não é humano.
O longa tem uma filmagem diferente, com uma câmera nervosa que lembra muito um documentário real. A sensação é que aquilo realmente acontecesse ali, pertinho de nós, e a vivacidade dos depoimentos da população local – que participa mesmo do filme – torna tudo muito mais convincente. O visual da favela gigante impressiona e a parte ET das cenas é uma mistura de “Alien” com “Star Wars”, junto a um toque de vídeos feito por celular.
Para quem gosta de ficção, Distrito 9 talvez seja a coisa mais interessante que vi esse ano, e nos Estados Unidos o sucesso das bilheterias comprova a boa atuação do jovem diretor e dos novos atores.
A questão maior do filme, porém, não trata apenas de alienígenas, mas há uma forte crítica ao mercado de armas, que em muitos lugares, é capaz de dominar os interesses da população.
Vale também visitar o site do filme e os joguinhos human/nor-human bem divertidos aqui. A estréia brasileira é amanhã, dia 16 de Outubro.

Descartável

06/10/2009
Áreas relacionadas: Tendência

Já até me acostumei com as tantas vezes que perdi meus mp3 e playlists. Quando você usa um computador por mais de 10 anos, com certeza acumulou muita coisa. E perdeu muita.

Já devo ter perdido milhares de canções que eu nem mais lembro que existe, e que dificilmente vou ouvir de novo um dia.

Mas o que importa? Hoje a gente baixa ela de novo. Perdeu, baixou de novo.

Perder uma música ou um arquivo hoje, é como perder um tweet – “pio” em inglês: passou, esquece e vem outro.

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Questão de bom atendimento

23/09/2009
Áreas relacionadas: Negócios

Eu fiquei mais de uma hora no telefone, e depois de 7 números diferentes discados, consegui falar no departamento que eu queria na Unimed Paulistana.

Sabe, quando eu trabalhava na Tivit, por exemplo, algumas vezes caiam ligações no meu ramal mas que não eram pra mim. Eu, e a maioria dos que lá trabalhavam, paravamos de fazer qualquer coisas pra tentar ajudar o cidadão na linha a falar com quem ele queria.

São pequenas coisas, mas que na percepção de uma marca, fazem toda diferença.

O fator download

17/09/2009
Áreas relacionadas: Internet

Longe de mim fazer apologia a algo ilegal, mas nos dias de hoje, é inconcebível considerar o download de músicas pela Internet algo ilegal. Isto já está intrínseco no cotidiano de qualquer pessoa no mundo que tenha contato com a Internet nos últimos 10 anos.

A banda larga ainda possibilitou que o ato de baixar uma música se tornasse muito mais viável.

Baixei o álbum novo da Whitney Houston em apenas 4 minutos. Ouvi, não gostei. Mas o que importa? Foram só 4 minutos, mais rápido do que se eu tivesse entrado no Submarino.com e o tivesse comprado online.

Não tem como não baixar.

Como começar o projeto de um Website

14/08/2009
Áreas relacionadas: Internet, Propaganda, Tecnologia

Vejo que muita gente por aí, web designers, programadores e até mesmo agências, ainda não sabem muito bem por onde começar o projeto de um website.

Antes de mais nada, você precisa criar uma Especificação FuncionalTécnica.

A especificação funcional é um documento que devemos fazer antes de começar a produzir qualquer site.

Chama-se especificação funcional pois explica descritivamente como que cada área do site funcionará, o que cada uma deve fazer.

A especificação funcional é a primeira coisa a ser feita em projeto web ou de TI. São levantados os Casos de Uso, que descrevem as diferentes maneiras que uma mesma funcionalidade, área, ou script pode funcionar no site. Por exemplo, em uma tela de login, deve haver o Caso de Uso do usuário já logado, o Caso de Uso do usuário não-logado, o Caso de Uso do usuário que esqueceu a senha, e por aí vai.

Depois vem a Especificação Técnica, que em alguns casos, para ganhar tempo ou projetos de menor complexidade, pode ser feita no mesmo documento da funcional. A especificação técnica, descreve o passo a passo do que um designer, prorgramador ou administrador de banco de dados deve fazer em cada uma das funcionalidades do site durante seu desenvolvimento.

É na especificação técnica que deve conter por exemplo, que o botão de “Buscar”, deve ser do tipo button, com o nome BtnBusca, e com 250 pixels de largura.

É na especificação ténica que também entra o protótipo das telas, algo que o web designer deverá fazer. Ele lê toda a especificação funcional e com os dados da especificação técnica, cria as telas HTML. É ele também que desenvolve as Folhas de Estilo CSS e o Javascript, além é claro de imagens e Flash. São gerados JPGS de cada uma dessas telas, que ilustram cada um dos casos de uso, e anexados ao documento de especificação funcional e técnica. Assim, o programador ou os outros profissionais envolvidos saberão como o site deve funcionar, e quais elementos eles terão que programar ou criar.

O programador, com o documento completo e as telas HTML em mãos, pode desenvolver o sistema, criando script e códigos. Tudo isso, se houver, junto ao administrador do banco de dados (que por sua vez já deve ter estruturado como serão as tabelas e dados do banco).

Meu modelo de Projeto com Especificações Funcionais e Técnica é bem simples e enxuto. O correto em projetos de médio e grande é que este trabalho seja feito por um Analista, que descreverá em um documento Word todas estas especificações, além de criar diagramas de fluxo de informação, de filtros e de classes, coisas como UML, por exemplo.

Quem quiser um exemplo em Word pede aqui que eu publico em algum lugar.

Abraços!

Agradecimentos ao Fábio Campos da TIVIT, que foi o melhor analista que conheci até hoje.

Ícones do Design

14/08/2009
Áreas relacionadas: Variados

Acabei de chegar da abertura da exposição Ícones do Design no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. Tomei alguns prosecos e #MORRIDERI com uns amigos. (semi-drunk, ok, mas queria postar)

A exposição é uma volta ao passado entre o que há de melhor e mais inovador no design brasileiro e francês. Sim, a exposição faz parte do ano da França no Brasil.

Vi coisas maravilhosas, como uma réplica do jato Legacy, design brasileiro da Embraer ou as canetas Bic (!) criadas na França, além de um automóvel Peugeot 403 de 1955 exposto no pátio, design francês assinado por Pinfaria.

Quem gosta de design tem que ir. O Museu da Casa Brasileira fica na Av. Faria Lima, 2705, quase esquina com a Cidade Jardim. A mostra vai de 14 de Agosto a 20 de Setembro de 2009, das 10h às 18h.

Preços populares!